Web Summit Rio 2026: o guia definitivo para os quatro dias

Web Summit Rio 2026: o guia definitivo para os quatro dias

Há eventos que se anunciam como históricos antes mesmo de começar. O Web Summit Rio 2026 não precisa desse esforço retórico. Os números falam com a objetividade que a situação merece: mais de 34 mil participantes esperados, 1.500 startups inscritas, 600 investidores circulando pelos pavilhões e uma lista de palestrantes que atravessa continentes e setores. Quatro dias no Riocentro que concentram mais poder de decisão, capital e conhecimento técnico do que a maior parte das pessoas vai encontrar num ano inteiro de trabalho.

Esta é a quarta edição carioca do evento que nasceu em Dublin em 2009, migrou para Lisboa e escolheu o Rio de Janeiro, em 2023, como a primeira cidade fora da Europa a receber a conferência. Não foi por acaso. O Brasil tem o maior ecossistema de startups da América Latina, a maior população da região e um mercado financeiro que passou a última década se reinventando numa velocidade que poucos países acompanharam. O Web Summit veio ao encontro disso e ficou.

Para quem vai ao evento pela primeira vez, o tamanho pode ser desorientador. Para quem já foi, o risco é o oposto: a falsa familiaridade que leva a repetir os mesmos erros. Este guia existe para os dois perfis. Ele cobre o que está confirmado para 2026, como o evento funciona na prática, o que fazer em cada dia e como extrair o máximo de uma experiência que, mal aproveitada, se transforma numa visita cara a uma feira com painéis de fundo.

O que é o Web Summit, para quem nunca foi

O Web Summit não é uma conferência de tecnologia no sentido convencional. Não é um congresso acadêmico, não é uma feira de vendas e não é um festival corporativo. É as três coisas ao mesmo tempo, em proporções que variam dependendo do que você faz lá dentro.

O formato é construído em camadas. Há o Center Stage, o palco principal com capacidade para cerca de duas mil pessoas sentadas, onde ficam os nomes de maior visibilidade. Há os palcos temáticos menores, distribuídos pelos pavilhões, onde acontece a maior parte do conteúdo técnico e setorial, geralmente com público mais seleto e debates mais aprofundados. Há as masterclasses, com vagas limitadas e reserva obrigatória pelo aplicativo, onde a dinâmica é de workshop e o nível de acesso aos palestrantes é incomparável. E há a área de exposição, o coração comercial do evento, onde startups, empresas consolidadas e patrocinadores montam estandes e onde a maior parte das conversas que viram negócios começa.

Fora dos pavilhões, o Web Summit tem uma segunda vida: o Night Summit. Nas três primeiras noites (8, 9 e 10 de junho), a organização monta eventos exclusivos para participantes credenciados, cada um com tema e atmosfera diferentes. Em edições anteriores, o Night Summit ocupou a área externa do Riocentro, se deslocou para espaços icônicos da cidade e funcionou como o ambiente onde parte das conexões mais relevantes aconteceu. Há algo que o ambiente informal de uma festa, com música e bebida, faz com conversas que três horas de painel não conseguem: reduz a hierarquia. Um fundador de startup consegue falar com um investidor de forma que dificilmente conseguiria pedindo uma reunião formal.

O que está na programação de 2026

A edição deste ano articula três eixos centrais que organizam a maior parte do conteúdo distribuído pelos palcos e múltiplas trilhas temáticas.

Inteligência artificial aplicada: o debate saiu do campo teórico

O Web Summit Rio 2026 marca uma virada em relação a edições anteriores no tratamento do tema. O debate sobre o que a inteligência artificial pode vir a ser cedeu espaço para o que ela já é e para o que fazer com isso. As sessões deste ano focam em implementação real: como empresas estão usando IA em operações, gestão de produto e desenvolvimento de software em ambientes com restrições de custo e infraestrutura típicas da América Latina.

Michele Catasta, President e Head of AI da Replit, traz ao Center Stage o tema de IA aplicada ao desenvolvimento de software, discutindo o que acontece quando escrever código deixa de ser uma barreira de entrada para construir produtos. A Google Cloud confirmou masterclasses sobre agentes de IA. A Meta tem na programação uma sessão batizada de “guia dos líderes de IA”, o chamado “8% playbook”, em referência ao percentual de líderes que a empresa identifica como tendo transformado processos reais com IA, ao contrário dos que apenas introduziram ferramentas sem alterar nada estrutural.

No dia 9 de junho, entre 12h25 e 12h55, o Center Stage recebe um painel que merece atenção especial de quem pensa em infraestrutura tecnológica. Rodrigo Duclos, Chief Innovation e Digital Officer da Claro, e Marcio Aguiar, Diretor Executivo da NVIDIA para a América Latina, mapeiam a arquitetura que as empresas passaram 2026 montando: cloud, conectividade e capacidade de processamento integrados numa stack construída com o mercado brasileiro em vista. O painel é realizado em português.

Fintechs e o dinheiro na América Latina

Nenhuma região do mundo passou por uma transformação financeira mais rápida nos últimos dez anos do que a América Latina. O Brasil saiu de um sistema bancário altamente concentrado e caro para um dos ecossistemas de pagamentos digitais mais avançados do planeta. O Web Summit Rio 2026 reflete o peso disso.

Luana Lopes Lara é mineira, ex-bailarina do Bolshoi, formada no MIT e cofundadora e COO da Kalshi, exchange de contratos de eventos e a maior do gênero nos Estados Unidos. Aos 29 anos, ela é a mulher mais jovem a se tornar bilionária por conta própria no mundo. No dia 8 de junho, entre 18h30 e 19h, ela sobe ao Center Stage para uma sessão chamada “Trade the future”, ao lado de Tom Giles, da Bloomberg. É uma das sessões de abertura mais aguardadas da edição.

Gerry Giacomán Colyer, cofundador e CEO da Clara, plataforma de gestão de gastos corporativos que se tornou um dos principais unicórnios da região, está confirmado para discutir expansão e capital em mercados emergentes. João Del Valle, cofundador e CEO da EBANX, traz a perspectiva de quem escalou uma fintech em mercados emergentes até virar referência global.

Sustentabilidade e tecnologia verde

O terceiro eixo temático é o que mais cresce em relevância global, e o Web Summit Rio 2026 o trata com seriedade proporcional. CleanTechs, economia circular e o papel da tecnologia na transição energética têm trilhas dedicadas. Para quem trabalha com agronegócio, logística, energia ou qualquer setor que lida com pressão regulatória e de mercado em torno de emissões, esse bloco de programação oferece contexto que dificilmente se encontra concentrado num só lugar.

Os palestrantes confirmados

A lista de speakers desta edição revela uma escolha editorial deliberada: o Web Summit Rio 2026 não é só um evento de tecnologia, é um encontro de mundos que raramente dividem o mesmo palco.

No eixo das grandes corporações globais, estão Priscyla Laham, presidente da Microsoft no Brasil; Fábio Coelho, presidente do Google Brasil; Rodrigo Moran, Global Head of Creative da Meta; Marcio Aguiar, Diretor Executivo da NVIDIA para a América Latina; Mark Chen, presidente Latam da Huawei Cloud; Will Abbey, EVP e CCO da Arm; Cleber Morais, Managing Director da AWS Brasil; e Milena Leal, Country Manager Brasil do Google Cloud. A IBM é representada por Marcelo Braga, CEO no Brasil. A Replit, além de Michele Catasta no palco principal, tem Marcelo Echeverria como Country Manager Brasil.

A OpenAI marca presença com dois perfis complementares: Bruno Lewicki, Head of Public Policy Latam, e Christian Rôças (Crocas), Head of Community, Influencers e Talent, que comanda uma sessão no modelo “Ask Community”, formato onde o conteúdo é definido ao vivo pelo que a audiência quer de fato saber.

Do lado do capital e das startups, estão Eric Acher e Marcelo Lima, da Monashees, e Euwyn Poon, fundador e CEO da Orbital. Gerry Giacomán Colyer, cofundador e CEO da Clara, e João Del Valle, cofundador e CEO da EBANX, trazem a perspectiva de quem escalou fintechs em mercados emergentes até virar referência global. Dileep Thazhmon, cofundador e CEO da Jeeves, completa esse bloco.

O poder público tem representação incomum para um evento de tecnologia: Eduardo Cavaliere, prefeito do Rio de Janeiro; Luis Fernandes, Vice-Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil; Sonia Guajajara, primeira Ministra dos Povos Indígenas do Brasil; e Paulo Guedes, ex-Ministro da Economia. Henna Virkkunen, Vice-Presidente Executiva da Comissão Europeia para Soberania Tecnológica, Segurança e Democracia, traz a perspectiva regulatória europeia, cada vez mais relevante para qualquer empresa que opere em escala global.

A ciência tem Carlos Nobre, climatologista e laureado com o Nobel da Paz pelo IPCC, e Xianmin Jin, fundador da TuringQ, empresa de computação quântica. A presença de Nobre num evento de tecnologia não é decorativa: as conversas sobre sustentabilidade que acontecem no Web Summit Rio têm cada vez mais peso real nas decisões de investimento.

O lado da cultura e do entretenimento é um dos mais ricos desta edição. Juliette Freire Feitosa, que construiu uma carreira sólida como artista e empresária. Kyra Gracie, campeã mundial de jiu-jítsu. Fábio Porchat, fundador do Porta dos Fundos. Marcela Ceribelli, criadora do podcast Bom Dia, Obvious. Glenn Greenwald, jornalista investigativo e fundador do System Update. Federico “Panda Boi” Hu, influenciador com audiência massiva. Ricardo Cubba, ator e criador de conteúdo. Lázaro Ramos, Deborah Secco, Rebeca Andrade e Denílson de Oliveira completam esse grupo que torna o Web Summit Rio diferente de qualquer outra conferência de tecnologia do mundo.

No lado corporativo brasileiro, estão Tarciana Medeiros, CEO do Banco do Brasil; Liel Miranda, CEO da Alpargatas; Marcelo Zimet, presidente e CEO da L’Oréal Brasil; Marcelo Lombardo, fundador e CEO da Omie; Fabio Barreto, CEO global da FARM Rio; e Sissi Freeman, CMO da Granado. Taciana Lopes, SVP de Marketing e Comunicações do Brasil na Mastercard, e Patricia Muratori, Managing Director Latam do YouTube, representam o eixo de marketing e plataformas digitais.

Uma curiosidade da programação: o G1 Robot da Unitree está listado como speaker, apresentado como “agente humanóide com avatar de IA”. É o tipo de detalhe que diz muito sobre onde as conversas do evento vão chegar.

Como o evento funciona dia a dia

Entender o ritmo do Web Summit é tão importante quanto conhecer os nomes na programação. Quem chega sem essa leitura tende a passar o primeiro dia desorientado e os outros dois se recuperando.

Dia 8 de junho (segunda-feira): abertura

O primeiro dia é o mais imprevisível em termos de logística. A abertura formal acontece no Center Stage e atrai o maior número de pessoas tentando estar no mesmo lugar ao mesmo tempo. O pavilhão principal fica lotado cedo, as filas para credenciamento podem se estender por horas e parte dos participantes que chegam tarde à tarde não consegue entrar no palco principal.

A estratégia de quem já foi em edições anteriores é consistente: retirar a credencial ainda na manhã do dia 8, antes das sessões começarem, e não tratar o Center Stage como prioridade neste dia. Os palcos temáticos e a área de exposição funcionam com menos pressão e oferecem acesso mais direto. A sessão de Luana Lopes Lara, às 18h30, é a âncora do dia. Vale guardar energia para ela.

À noite, começa o primeiro Night Summit da edição.

Dias 9 e 10 de junho (terça e quarta-feira): o coração do evento

Os dois dias mais densos em conteúdo. Os palcos temáticos funcionam em paralelo, o que significa que em qualquer momento há pelo menos cinco ou seis sessões acontecendo simultaneamente. A necessidade de escolher é real: não dá para estar em tudo, e tentar fazer isso resulta em não estar em lugar nenhum de verdade.

As masterclasses precisam de reserva prévia pelo aplicativo e as vagas se esgotam rápido. Quem tem interesse em alguma sessão específica desse formato deve reservar com antecedência, de preferência ainda no primeiro dia.

No dia 9, o Center Stage recebe às 11h10 a sessão “O feed perfeito está morto”, com Rodrigo Moran da Meta e Fábio Porchat. Às 12h00, a sessão “A quem pertence a verdade?” reúne Julie Pace, da Associated Press, e outros jornalistas e líderes de veículos globais. Às 12h25, o painel sobre infraestrutura de IA com NVIDIA e Claro.

O Night Summit da terça é o segundo da edição, e o da quarta é o terceiro e último.

Dia 11 de junho (quinta-feira): encerramento

A programação formal é mais curta. O foco se desloca para networking e para as últimas rodadas de pitch das startups. Muitos participantes usam a tarde para fechar reuniões iniciadas nos dias anteriores, quando as conversas de corredor e de Night Summit se transformam em compromissos concretos. Quem vai embora cedo costuma se arrepender: a manhã da quinta é a última janela real para conversas que ficaram pelo caminho.

Como chegar ao Riocentro

O Centro de Convenções e Eventos do Riocentro fica na Av. Salvador Allende, 6.555, Barra da Tijuca. Não há linha de metrô com acesso direto.

A combinação mais usada é metrô até a estação Jardim Oceânico (Linha 4), seguido de BRT até o Centro Olímpico e, de lá, outra linha de BRT até o Riocentro. O trajeto leva entre 30 e 50 minutos a partir de Ipanema ou Copacabana, e o horário de saída faz toda a diferença. Sair de casa às 8h e chegar às 9h é uma experiência completamente diferente de sair às 9h30 e chegar às 11h.

Os aplicativos de transporte Uber e 99 funcionam bem na região. Para quem vai de carro, o Riocentro tem estacionamento para até 7.000 veículos, mas o trânsito na entrada e saída pode ser lento nos dias de maior movimento, especialmente na segunda-feira de abertura.

A dica prática mais valiosa neste aspecto: hospedar-se na Barra da Tijuca resolve o problema de logística quase completamente. A região tem oferta ampla de hotéis e apartamentos, e a diferença em qualidade de vida durante os quatro dias é substancial. Quem vem de fora do Rio e tem essa flexibilidade não deveria ignorar essa opção.

O que fazer para aproveitar de verdade

Eventos desse porte são democráticos em acesso e profundamente desiguais em resultado. Duas pessoas com o mesmo crachá podem ter experiências que não se parecem em nada. O que separa uma da outra raramente é sorte.

Planeje antes, não durante

O aplicativo oficial do Web Summit é o principal instrumento de navegação dentro do evento. Ele concentra a programação completa, permite reservar masterclasses e tem funcionalidades de networking que conectam participantes antes do evento começar. Quem chega ao Riocentro sem ter aberto o app com antecedência está tomando uma decisão cara.

Decida qual trilha faz sentido para você

Escolher uma ou duas trilhas como eixo principal e complementar com sessões do Center Stage é mais produtivo do que tentar cobrir tudo de forma aleatória. As trilhas de IA aplicada, fintech, sustentabilidade e SaaS B2B têm programação particularmente densa nesta edição.

Use os estandes, não apenas os palcos

A área de exposição é onde parte das startups mais interessantes do evento se apresenta. Muitas delas são brasileiras, resolvem problemas reais e estão em estágios onde uma conversa direta com o fundador ainda é possível. Para quem busca fornecedores, parceiros ou simplesmente quer entender onde o mercado está indo, caminhar pela área de exposição com atenção rende mais do que sentar em mais uma palestra.

Comunique que você vai estar lá

Posts no LinkedIn com antecedência, deixando claro que você estará no evento e disponível para conversas, funcionam. Encontros que parecem espontâneos dentro do Riocentro frequentemente começam numa troca de mensagens que aconteceu dias antes.

Vá ao Night Summit todas as três noites

O acesso está incluído no credenciamento para a maioria dos tipos de ingresso. As festas lotam, então chegar cedo faz diferença. O ambiente informal é onde conversas com investidores, palestrantes e founders acontecem de um jeito que nenhuma sala de reunião replica.

Reserve as masterclasses no primeiro dia

As vagas são limitadas e se esgotam rapidamente. Não deixe para o segundo dia o que pode ser feito logo após retirar a credencial.

Cuide da logística do corpo

Quatro dias em pé, andando entre pavilhões, em junho no Rio de Janeiro. Sapatos confortáveis não são opcionais. Carregador portátil também não. O celular é o principal instrumento de trabalho dentro do evento: sem bateria, você perde o aplicativo, perde contatos e perde a capacidade de registrar o que for relevante.

Acompanhe o Center Stage pelo YouTube se não conseguir entrar

Todo o conteúdo do palco principal é transmitido ao vivo no canal do Web Summit no YouTube, aberto ao público geral.

O Web Summit como cobertura jornalística

Para quem vai cobrir o evento como mídia, o Web Summit Rio 2026 oferece algo que poucos eventos conseguem reunir: concentração de fontes, diversidade de perspectivas e um nível de acesso a lideranças que dificilmente se replica num ambiente de pauta convencional.

Quem já esteve nas edições de Lisboa sabe que o evento tem uma lógica própria que leva tempo para aprender. Os primeiros anos são de desorientação: o tamanho intimida, a programação paralela confunde e a tentação de ficar o dia inteiro sentado em frente ao Center Stage é real. Com o tempo, a leitura muda. O valor do Web Summit para um jornalista não está nos discursos preparados dos grandes palcos. Está no que acontece antes e depois deles.

Os painéis são o ponto de partida, não o destino. Os momentos mais interessantes de uma cobertura de evento desse tamanho acontecem nos corredores, nos intervalos e nos estandes. Uma pergunta bem feita a um CEO que acabou de descer do palco rende mais do que qualquer comunicado de imprensa. A área de exposição das startups é particularmente fértil: há empresas em estágio inicial que estão resolvendo problemas que ninguém cobriu ainda.

O Night Summit é território editorial legítimo. As conversas que acontecem lá revelam o estado real do mercado, sem o filtro de relações públicas e sem o script preparado para o palco.

A programação em português é extensa nesta edição, com tradução simultânea disponível via app para sessões em inglês, o que facilita a cobertura para audiência brasileira.

O que o Web Summit Rio significa para o Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro consolidou nos últimos anos uma identidade que vai além do turismo e além do Carnaval. A cidade passou a ser percebida internacionalmente como um polo de inovação e tecnologia na América Latina, e o Web Summit acelerou esse processo. Fundadores e investidores que vêm ao evento pela primeira vez para falar sobre startups saem com uma percepção diferente da cidade. Alguns voltam com planos de instalar escritórios, abrir operações ou investir no ecossistema local.

A edição de 2025 consolidou o que a primeira havia iniciado e a segunda havia expandido. A de 2026 chega com expectativas proporcionais: mais participantes, mais investidores, mais startups e uma programação que, nos eixos de IA aplicada e fintech, está alinhada com o que há de mais relevante no debate global sobre tecnologia.

Informações práticas

Datas: 8 a 11 de junho de 2026 (segunda a quinta-feira)

Local: Centro de Convenções e Eventos do Riocentro, Av. Salvador Allende, 6.555, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Como chegar de transporte público: Metrô Linha 4 até Jardim Oceânico, BRT até Centro Olímpico, BRT até Riocentro (30 a 50 minutos a partir da Zona Sul)

Aplicativos de transporte: Uber e 99 operam na região

Estacionamento: disponível para até 7.000 carros no local

Programação completa: rio.websummit.com/pt-br/schedule

Lista de palestrantes: rio.websummit.com/pt-br/speakers

Aplicativo oficial: disponível para iOS e Android

Night Summit: 3 noites (8, 9 e 10 de junho), incluído no credenciamento para a maioria dos tipos de ingresso

Transmissão ao vivo: YouTube do Web Summit, gratuito e aberto ao público

A Superplural cobre o Web Summit desde 2021, presente em todas as edições de Lisboa antes de chegar ao Rio. São cinco anos acompanhando o evento de dentro, conversando com fundadores, investidores e líderes globais nos palcos e fora deles. Em 2026, pela primeira vez como mídia credenciada no Rio de Janeiro, a equipe estará nos quatro dias no Riocentro com reportagens, entrevistas e registros em tempo real.

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